terça-feira, 14 de abril de 2020

UM POUCO MAIS DA HISTÓRIA DE GUAÇUÍ


Em 1820, oficialmente, começa a história de Guaçuí, porém há registros anteriores segundo diversos pesquisadores. No entanto, livros e revistas trazem que Manoel José Esteves de Lima explora a região à procura de riqueza (metais preciosos). Vindo de Mariana, Minas Gerais, chefiava uma “ bandeira”  composta de 72 pessoas que seguia o curso do rio Itapemirim. 
Eles chegam aos domínios do Barão do Itapemirim. Depois retornam para Alegre e Guaçuí. Dentre os membros da expedição, Justino Maria das Dores foi incumbido de aqui se estabelecer. Esteves de Lima, como não acha as pedras preciosas, fixa na região vários quartéis.

Uma disputa de Minas e Espírito Santo



A colonização começa a 29 de setembro de 1838, dia de São Miguel Arcanjo, quando Justino Maria das Dores e mais dez Bandeirantes estabelecem-se na circunvizinhança. Deram o início à organização e cultivo de terras, promovendo o desenvolvimento agrícola e econômico da região. Com eles estavam membros de muitas famílias importantes: Viana, Barbosa, Gomes de Azevedo, Carvalho, Ataíde, Aguiar Valim e Lobato.

Entre os desbravadores que se estabeleceram ao longo da bacia do rio, destacaram-se Luiz Francisco de Carvalho e José Luciano Lobato de Souza. Tornou-se lendária a disputa entre os dois.  José Luciano pretendia incorporar as terras deste povoado a Minas Gerais, enquanto Luiz Francisco de Carvalho defendia sua integração ao Espírito Santo. Com a vitória de Luiz Francisco, após decisões judiciais, José Luciano retornou a Minas Gerais, onde se fixou definitivamente, conforme promessa e aposta que havia feito. Eram homens de palavra!

O primeiro nome oficial – São Bom Jesus do Livramento



A primeira formação administrativa de Guaçuí teve início com a Resolução nº 122, de 25 de novembro de 1861, que cria a Subdelegacia de Polícia de Veado, na Paróquia de Alegre, município de Itapemirim, com limites pelo rio Itabapoana, a partir da barra de Castelo, e pelo Rio Preto, até a Serra do Caparaó. Era a divisão da época.

O primeiro nome oficial do município foi São Bom Jesus do Livramento, mas em 1866, decorrente da Lei Provincial nº 9, passou a denominar-se São Miguel do Veado em homenagem ao Santo do dia em que se dera a entrada dos pioneiros (29 de setembro), acrescentando ao nome a expressão “do veado” , tirado do rio que banha essa região. No entanto, há registros em documentos nomes anteriores: Bom Jesus do Rio Preto e Bom Jesus do Veado.

A emancipação política



Em 25 de dezembro de 1928, na transição do governo Nestor Gomes e Aristeu Aguiar, foi elevado à categoria de vila pela Lei Estadual nº 1688. E em 10 de janeiro de 1929, foi instalado o município, que com território desmembrado do município de Alegre ficou integrado pelos distritos de Veado (sede), São Tiago e Rio Preto (Dores), adquirindo foros de cidade pela lei estadual nº 1722, de 30 de dezembro de 1929.

Em janeiro de 1930, passou a denominar-se Siqueira Campos em homenagem aos bravos do Forte de Copacabana; e por Lei Estadual nº 1573, de 08 de agosto de 1931 foi criada a Comarca com um único termo, o próprio município, sendo a sua instalação no dia 03 de outubro do mesmo ano.

O primeiro prefeito eleito foi Manoel Monteiro Torres, pai do ator Fernando Torres, que ficou de outubro de 1929 a outubro de 1930, sendo cassado neste ano. 

Carlos Ola, professor, ator, redator e diretor teatral.


quarta-feira, 8 de abril de 2020

Violência doméstica na pandemia e uso do álcool: um alerta da ONU


Em declaração recente, o Secretário-Geral da Organização das Nações Unidas, Antonio Guterres, pediu que todos os países protegessem mulheres e crianças, as principais vítimas de violência doméstica. Nesse alerta, Guterres mostra evidências de que o confinamento das pessoas em suas casas, nesse período de isolamento social devido à pandemia, levou a um surto de violência doméstica.

 A proteção das pessoas mais vulneráveis nesse momento é um dever que vai além da saúde pública, mas que passa necessariamente por ela. O que se pode fazer, da perspectiva da saúde mental?

É sabido que um dos fatores mais correlacionados com violência doméstica no Brasil é o uso de álcool. O fato de as pessoas ficarem em casa pode favorecer o uso abusivo de álcool e facilitar os atos violentos. Pedimos a todos que durante os tempos de pandemia reduzam ao máximo o uso de álcool e, se possível, evitem usá-lo.

 Se a decisão pessoal for pelo uso da substância, é importante que não seja feito em horários em que normalmente a pessoa não bebia. Também uma estratégia importante é não fazer estoque de bebidas em casa, pois isso facilita o uso abusivo. O esforço de todos e cada um fará com que passemos da maneira mais segura possível esses tempos possíveis.


Fotos: Google Imagens.

Guilherme Messas, psiquiatra, é docente da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo (FCMSCSP) e coordenador do Comitê para Regulação do Álcool (CRA).

Enviado por Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo
Rua Dr. Cesário Motta Jr., 61 - Vila Buarque - São Paulo (SP)


terça-feira, 7 de abril de 2020

GUAÇUÍ DE MUITAS HISTÓRIAS E SÍMBOLOS




A história do município de Guaçuí começa quando num lugar denominado Aldeamento, hoje localização do distrito de São Pedro de Rates, até princípios do século XIX, era domínio de tribos indígenas, os Puris (Botocudos). Eles eram ferozes e indomáveis, matavam os colonizadores e não permitiram durante um longo período de tempo que se ocupassem a região onde se encontra Guaçuí, pois para aqui se dirigiram refugiando-se do avanço do invasor português. A fuga se deu também devido à expulsão dos jesuítas pelo Marquês de Pombal, deixando desamparados os gentios.

A origem do nome

O nome Guaçuí tem origem indígena e, ao contrário do que muitos pensam e ensinam erroneamente, não significa “veado pequeno”. Há duas vertentes mais próximas da etmologia da palavra: segundo o estudo “Topônimos Capixaba”, de José Wlademiro Emery de Carvalho, significa “Rio Veado” ou “Águas do Veado”; já no livro “O incalistrado – Topônimos Capixabas de Origem Tupi”, de Samuel Machado Duarte, tem o significado “o Rio Grande” (Guassu-y), como se pronuncia.

Brasão



É de autoria do heraldista professor Arcinoé Antônio Peixoto, da Enciclopédia Heráldica Municipalista, evoca a raça colonizadora e principal formadora da nacionalidade.

Suas torres representam uma cidade de segunda grandeza, ou seja, sede de comarca.
A cor azul é símbolo de justiça, nobreza, perseverança, zelo e lealdade.
A cruz de Lorena e o braço empunhando um punhal se constitui no símbolo de São Miguel Arcanjo.
As buzinas de caças, nas laterais, em estilo boaiadeiro, representam a pecuária.
O triplo mantel de jalde representa a Serra do Caparaó, centralizando o Pico da Bandeira.
A faixa ondada de blau  traz a significação do Rio Veado, que banha a cidade.
Nos ornamentos exteriores, veem-se o milho e o café, principais produtos oriundos de suas terras.
Na faixa vermelha, no listel de góles, centraliza o nome de Guaçuí com a frase que Cristo disse a Lázaro “Surge Et Ambula” (Levanta-te e anda), ladeado pela data de sua emancipação política em 25 de dezembro de 1928.

A Bandeira



Ela é esquartelada em cruz, lembrando nessa simbologia o espírito cristão de seu povo. O Brasão aplicado na bandeira representa o Governo Municipal. O losango branco representa a própria cidade - sede do município, com glória, esplendor e soberania. Já as faixas amarelas carregadas de sobrefaixas vermelhas representam a irradiação do poder municipal; e os quartéis de azul, simbolizam as propriedades rurais existentes no seu território, com a cor a indicar ainda justiça, nobreza, perseverança, zelo e lealdade.

O Hino



Traz as referências de sua formação étnica (o povo indígena), belezas naturais (fauna e flora), desenvolvimento agrícola (cafezais), suas riquezas minerais, a fé de seu povo e a vida bucólica de sua gente. A letra é do poeta e professor Antônio Carneiro Ribeiro, com música de Célia V. Ferraz de Oliveira.

Carlos Ola, professor, ator, redator e diretor teatral.


quarta-feira, 1 de abril de 2020

MARÇO – VÁRIAS COMORAÇÕES DO DIA DO TEATRO




Em 1961, com a inauguração do Teatro das Nações, em Paris, constituiu-se, também, o Dia Mundial do Teatro, o que é comemorado também no Brasil. Mas há também um Dia Universal do Teatro, a 21 de março; um Dia do Artista de Teatro, a cada 19 de agosto, e um Dia Nacional do Teatro para a Infância e a Juventude, em 20 de março.

O que caracteriza o teatro? Qual a origem do teatro? Antes de mais nada, pode-se destacar o seu aspecto lúdico, isto é, de jogo, de faz de conta... Neste sentido, segundo o crítico Antonio Hohlfeldt  pode-se dizer que o teatro surgiu a partir de brincadeiras que se faziam em torno de fogueiras.
 As pessoas faziam gestos, contavam histórias, as sombras se projetavam nas paredes, a imaginação das pessoas corria à solta, quer da parte de quem narrava/representava/imitava certos gestos e/ou ações, quer da parte de quem ouvisse/visse tais representações.

O surgimento do teatro



Imitavam-se os animais, as pessoas, as ações de uns e de outros. Assim também nasceu a dança. Num e noutro caso, para dar maior verossimilhança, as pessoas se enfeitavam (nascia o vestuário, a indumentária), com penas das aves, peles de animais, roupas variadas... Seja como fosse, alguém, o ator, travestia-se, transformava-se em outra pessoa ou outro ente que não ele mesmo.

A representação teatral é muito antiga no Oriente: o Japão tem gêneros como o nô e o kabuki, extremamente formalizados, com um conjunto de regras fixas, que precisam ser aprendidas pelo intérprete. Na China, notabilizou-se o chamado teatro de sombras, o de marionetes e os espetáculos circenses. 
Aliás, Platão, em A república, quando no Livro VII quer simbolizar o mundo humano pela imagem da caverna, onde todos habitaríamos, não deixa de referir as marionetes, divertimento que então chegava à Grécia, através do Egito, segundo o historiador Heródoto.

O teatro grego e o primeiro ator



O teatro grego, em sentido estrito, teria surgido de rituais religiosos dedicados ao deus Baco, protetor das vindimas. As sociedades rurais organizam seus calendários evidentemente marcadas pelas épocas de plantio e colheita. O sucesso do plantio depende da qualidade da semente. A mãe-terra, ao receber a semente, que parece morrer, guarda-a durante um certo tempo e depois a devolve, transformada em uma planta. Para isso, é fundamental a fertilidade dos solos. O deus protetor da fertilidade era Príamo, cuja imagem correspondia ao pênis masculino, o falo. Realizavam-se procissões carregando imagens de todos os tamanhos deste deus protetor.

Em algum momento, conta-se que um dos sacerdotes que comandavam tais ações resolveu realizar uma ação individualizada. Seu nome seria Téspis, e assim teria nascido o primeiro ator. Dali em diante, os espetáculos teatrais, vinculados a tais tradições, ganhariam, crescentemente, dois e três atores, além dos coros, que se colocavam dos dois lados da cena, com cem pessoas, ao menos, representando as vozes das comunidades.

O teatro diante o Corona Vírus


Na última sexta-feira (27), foi, pois, o Dia Mundial do Teatro. Nada a comemorar, graças à Covid-19, mas lembremos de que o artista - o dramaturgo, o diretor, o encenador, o ator/atriz etc. - continuam, mais do que nunca, importantes na sociedade.  E foram muitas postagens nas redes sociais e em “lives” lembrando este dia.

O Espírito Santo é rico em companhias e grupos teatrais e se fez fortemente representado desde os anos 70 com o Grupo Ponto de Partida e tantos outros. Depois veio uma geração ligada à Federação Capixaba de Teatro Amador (Fecata), nos anos 80. E dentro dessa leva, surgiu o Gota, Pó e Poeira, de Guaçuí, com 36 anos de atividades. E, bem recentemente, o Homônimos Perfeitos, de Celina, há 3 anos; e a Cia “Mais um ponto, mais um conto”, em 2019. Parabéns!

Carlos Ola, professor, ator, redator e diretor teatral



segunda-feira, 16 de março de 2020

A Cultura diante o Corona Vírus





A realidade do Corona Vírus começa a tomar conta da produção cultural do país: teatros fechados, sets de filmagens vazios, novelas e séries canceladas, ensaios suspensos, festivais de teatro adiados. Enfim, um triste quadro para a cultura que já vem, ao longo dos anos, sofrendo grandes baques. No entanto, agora é preciso prevenção e cuidados, para que vidas não sejam ceifadas por essa pandemia.

Exposição comemora 12 anos do Grupo Anônimos



Enquanto não se fecha todas as portas, eventos continuam acontecendo. Em Cachoeiro de Itapemirim, na Sala Levino Fanzeres, no dia 12, teve a abertura da exposição “Grupo Anônimos de Teatro – Arte, Vida”, quando a classe teatral do sul do Estado esteve participando, afinal é uma parceria que envolve companhias e gestores culturais.



O Grupo de Teatro Gota, Pó e Poeira esteve representado por dois de seus integrantes, que também têm participação no Grupo Anônimos. Carlos Ola e Neuza de Souza integram a equipe do espetáculo de sucesso “A Culpa”, do ator Luiz Carlos Cardoso. Entre fotos e cartazes, alguns registros de passagens do Anônimos em Guaçuí, como a estreia da peça sobre Kafka e o sarau “Verbo Intransitivo”,  realizado na Praça João Acacinho.
A exposição fica até o dia 24 de abril.

Semana dos Contadores de Histórias



De 16 a 22 de março acontece a Semana dos Contadores de Histórias, e a atriz Eliane Correia havia preparado uma série de atividades comemorativas, como a apresentação de dois espetáculos “Contos de gente grande” e “Historia, Historinha e Historieta”, mas devido a necessidade de não aglomerações, as encenações foram adiadas para  outra ocasião.

São considerados Contadores de Histórias os profissionais cuja construção do saber seja desenvolvida no cotidiano de suas comunidades, em que a oralidade exerça papel fundamental na preservação e transmissão do saber e das manifestações da cultura popular.
A data comemorativa – 20 de março - foi criada na Suécia, em 1991, como forma de promoção da atividade e fortalecimento da rede internacional de contadores de histórias, sendo essa celebrada em 25 países de todos os continentes.

Dia da Poesia – 14 de março ou 31 de outubro?



O dia nacional da poesia era em 14 de março, no aniversário de Castro Alves.  A partir de 2015, foi sancionada a lei 13.131, que mudou a data para o aniversário de Carlos Drummond de Andrade em 31 de outubro. Ou seja, agora o dia nacional da poesia é em 31 de outubro.

De acordo com algumas publicações, o dia mundial da poesia é em 21 de março. Criado pela UNESCO, em 1999 (mesmo ano em que o site A Magia da Poesia foi ao ar), com o objetivo de estimular a produção e celebrar a poesia como forma de arte em todo o mundo.

No Espírito Santo, instituiu-se o dia 13 de março como o Dia Estadual da Poetisa Capixaba. Parabéns Ivanete Dalmácio, Heliana Mara, Eliane Correia, Márcia Sardenberg, Lourdinha Shuartz, Alice Albani, Vera Moraes, escritoras integrantes da Academia Guaçuiense de Letras e Cultura de Guaçuí. E aos demais membros pelo Dia da Poesia.

Carlos Ola, professor, ator, redator e diretor teatral.





segunda-feira, 9 de março de 2020

A poesia e o teatro tomam conta das praças de Guaçuí




Um tributo ao Mestre Antonio Carneiro Ribeiro

Aconteceu nesta segunda, dia 09 de março, o Tributo ao Professor Antonio Carneiro Ribeiro, na Praça da Bandeira, promovido pela Câmara Municipal de Vereadores e Prefeitura de Guaçuí, com a parceria da ONG Amigos da Educação e a Escola Estadual. Ocasião em que houve o descerramento da placa indicativa do busto do poeta naquela localidade, juntamente com o seu soneto “Conselhos”.




A solenidade foi marcada pela emoção do filho do poeta, o músico Adílio Cortat Ribeiro, que discursou em agradecimento e falou sobre a missão de seu pai enquanto um educador. No entanto, houve toda uma programação anterior com hasteamento da Bandeira do Brasil, execução do hino de Guaçuí em novos arranjos pela jovem Ketlin, além de um ato cultural com sarau de poesias, apresentações musicais e de dança com alunos da Escola Antonio Carneiro Ribeiro.

A Praça da Bandeira ficou repleta de estudantes, autoridades e ex-diretores da Escola Antonio Carneiro Ribeiro, que foram homenageados com a comenda Amigos da Educação. O evento fortalece a necessidade de reavivar a memória do município com relação aos seus vultos históricos.

Exposição faz homenagem a mulheres guaçuienses



Outro evento que foi marcado pela emoção foi a abertura da Exposição de Fotos e Poemas, no dia 6 de março, em homenagem ao Dia Internacional da Mulher. A programação contou com várias atividades culturais, entre elas a estreia do espetáculo “Que História é Essa?”, do Grupo Teatral Gota, Pó e Poeira.

Idealizado como espetáculo de rua, a apresentação aconteceu na Praça da Matriz, frente ao prédio da Secretaria Municipal de Cultura, Turismo e Esportes, com a presença de homenageadas e também de um público espontâneo e de convidados. Durante 50 minutos os atores contaram a história de Francisco, um empresário envolvido em contratos ilícitos e que de repente tem uma grande virada em sua vida.

No público presente estavam as homenageadas: professora Ivanete Dalmácio, a comendadora Madalena Emery, a ex-vereadora Márcia Sardenberg, a ex-diretora Vera Noé, a educadora Maria Irene Fermiano; além do Presidente do Instituto Histórico e Geográfico de Guaçuí, Dr. Luiz Ferraz Moulin.

Cia de Teatro de Celina completa 3 anos



No sábado a Cia de Teatro Homônimos Perfeitos, de Celina, distrito de Alegre, completou três anos de existência e realizou em comemoração à data a sua 3ª Noite de Esquetes, com apresentação de sete esquetes e uma cena longa, esta com o Grupo Gota, Pó e Poeira, de Guaçuí.

Também esteve presente o Secretário Municipal de Cultura de Alegre, o músico e ator Danyel Sueth, que falou da importância do coletivo para aquela comunidade e o importante trabalho que eles estão fazendo pelo teatro na região.

Carlos Ola, professor, ator, redator e diretor teatral.






segunda-feira, 2 de março de 2020

Homenagens e eventos culturais


As comemorações do Dia da Mulher

Muitas pessoas consideram o 8 de Março apenas uma data de homenagens às mulheres, mas, diferentemente de outros dias comemorativas, ela não foi criada pelo comércio - e tem raízes históricas mais profundas e sérias.

Hoje, a data é cada vez mais lembrada como um dia para reivindicar igualdade de gênero e com protestos ao redor do mundo - aproximando-a de sua origem na luta de mulheres que trabalhavam em fábricas nos Estados Unidos e em alguns países da Europa.

Para as comemorações do Dia Internacional da Mulher, em Guaçuí, a Secretaria Municipal de Cultura, Turismo e Esportes vai realizar um evento que envolve teatro, fotografia e poesia, além de homenagens a cidadãs guaçuienses, seu principal objetivo.

O evento será realizado, antecipadamente, no dia 6 de março, no antigo Colégio São Geraldo, num espaço destinado a exposições, a partir das 18h, e contará com a apresentação do espetáculo de rua “Que história é essa?”.

Homenagens a Antonio Carneiro Ribeiro



Numa parceria entre a Câmara Municipal de Guaçuí, a Prefeitura Municipal e o Colégio Estadual, acontece no dia 9 de março, às 8h30m, uma homenagem ao professor Antonio Carneiro Ribeiro, poeta e autor do hino de nossa cidade.

O evento será na Praça da Bandeira, junto ao busto do poeta, e contará com recital de poesias, música, dança, exposição e colocação da placa que denomina o monumento.

Espetáculo infantil no Teatro Fernando Torres



Se o tempo firmar, o Grupo Teatral Gota, Pó e Poeira abre a temporada 2020 do Teatro Municipal Fernando Torres, com a apresentação do espetáculo infantil Para Sempre Rapunzel, às 16 horas, no dia 8 de março.

A peça é um grande sucesso do grupo e agrada a todos, passando de geração a geração!

Nova diretoria na Academia de Letras de Guaçuí



Na última sexta feira de fevereiro, dia 28, os integrantes da Academia Guaçuiense de Letras e Cultura de Guaçuí se reuniram na sede da OAB, em assembléia geral, para eleger a sua nova diretoria para o triênio 2020-2022.

A reunião contou com a presença dos membros da chapa eleita: Carlos Ola (presidente), Márcia Sardenberg (vice-presidente), Luiz Moulin (2º tesoureiro), Miguel Lamas (tesoureiro), Lourdinha Shuartz (secretária), além dos membros Vera Moraes e Roosevelt da Silveira. A chapa foi eleita por aclamação e tem ainda na diretoria a atriz Eliane Correia, como 1ª secretária.

Carlos Ola, professor, ator, redator e diretor teatral.